sábado, 22 de agosto de 2009

Querido Diário - 18

Quando voltei a casa, um indivíduo num carro, com ar de pertencer à máfia russa (e o indivíduo também não tinha grande aspecto) ficou inusitadamente à espera no final da rua. Suspeito estar novamente a ser vigiado. Voltam os fantasmas do tempo em que a C.I.A. mandava um agente à paisana para a matança do porco. Via-se logo quem era o gajo - nunca chamuscava as unhas como deve ser.