sexta-feira, 30 de julho de 2010

My Favourite Game IV (Final Level - Revelation)

Depois do Salem's Lot, ganhei uma certa curiosidade por Stephen King, e a pesquisa levou-me a uma sua colecção de contos - o Different Seasons.


Um desses contos, intitulado "Rita Hayworth And The Shawshank Redemption", inspirou o filme (que hoje considero magnífco). Não só se lê muito bem - percebe-se ao fazê-lo que para o filme foram transcritas várias frases integralmente, para além da própria (bem gizada) história.

Aparentemente, King chamou ao livro Different Seasons porque, creio, cada conto tem um pormenor que relaciona a história com a anterior. Digo "creio" porque, a diferença do primeiro, os próximos contos foram para mim intragáveis, e isso impede-me de incluir o livro na minha Reading List.

Mas serve isto para relembrar o final do "The Shawshank Redemption", em que Reth quebra a liberdade condicional para tentar encontrar de novo Andy, sob a benção magnífica do Pacífico, em Zihuatanejo.



Dou comigo a pensar: que vício é este que tenho de me meter em sítios diferentes, de mudar constantemente, de não criar raízes, de tudo me parecer uma prisão momentânea da qual tento escapar? Este vício de me esforçar, criar amigos para deixar amigos, manter respeito para o deitar fora? Que desperdício. Valerá a pena? Viver não é preciso, só viajar é preciso, como já citava Pessoa?

Tudo variações de um tema, na verdade.



E daí não sei. Não sei mesmo, talvez eu ainda venha a insistir neste nomadismo. Enfim, só tenho a dizer por agora "baby - I did it again". Vamos lá então, pela enésima vez, fazer o mesmo truque, jogar o mesmo jogo, esse meu doentiamente favorito. Respirar fundo - e vamos lá:

HOCUS POCUS ALTER LOCUS,
HOCUS POCUS ALTER LOCUS!

NOW YOU SEE ME
(NOW YOU DON'T)


Mas Qual Imperador Augusto?

Sweating like a whore in church por estes dias, meus amigos. Ou, como lhe chamam vocês, - Agosto.

"Cena" Nostra

Estava a falar ao telefone na sala, fechado, com um consiglieri. De repente, a mãe abre a porta - assim, sem mais. Não percebe, não percebe destes "men business" a.k.a. "cenas". E não, não quero ir já jantar, obrigado. Ah, a falta de sensibilidade.

A família não bate com a famiglia. Nada a fazer.



Nota: As minhas desculpas, mas só consegui achar a cena em Espanhol. Por acaso, até acho que não fica demasiado adulterada, a coisa.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

B) Os Momentos-Carolina (Inverno)

Os momentos-Carolina são a antítese dos anteriores. Servem para controlo e manipulação - pequena tortura pelas mulheres, para os homens que não chegam. Esta já não é a face da generosidade, do exibicionismo vital, da tolerância. Atenção, pois.

O nome vem desta passagem de "Manhã Submersa", de Vergílio Ferreira, que expressa bem o toreio jocoso a um touro que não sabe investir, resfolegante embora. E assim o torturam e lhe espetam farpas, impiedosamente.

"(...) Ora precisamente, como me sabiam algemado no fato preto, brincavam todos comigo, desafiando-me cobardemente para o terreno proibido. Eu não imaginava que isso pudesse acontecer, e tive por isso uma estranha revelação. Quando andava na instrução primária, lembro-me de alguns rapazes atirarem às raparigas que passavam gracejos a que elas não podiam responder. E já naquelas férias, uma vez que a Carolina saía de uma loja com uma pilha de lenha, o Calhau, sorrateiramente, atirou-lhe a mão aonde não devia, e disse-lhe duas palavras clandestinas. Carolina, afogueada de cólera, só soube responder:
-Vá-se lavar, seu velho jarreta.
- Mas tu queres mesmo saber se eu sou velho? - perguntou o Calhau muito sério.
E Carolina embuchou. Mas, na véspera do meu encontro na serra com os antigos companheiros, Carolina procedera comigo como o Calhau com ela. Depois de me servir a sopa, cruzou os braços sobre a mesa volumosa dos seios e plantou-se-me diante a ver-me comer. Sempre que eu erguia os olhos, logo aqueles dois seios se atiravam sobre mim, e me inchavam na mão, na cara, noutros sítios. Carolina, orientada talvez pela sua necessidade, deu logo conta da minha perturbação. E brincando comigo, como se eu fosse mais mulher do que ela, debruçou-se para mim num segredo:
- Já te apetecia, não?
Oh, eu nem respondi. (...)".

in "Manhã Submersa", Vergílio Ferreira (1916-1996)

A) Os Momentos-Manara (Verão)


Achou alguém por bem dar o nome de Coina a uma localidade na Margem Sul. Vocês conhecem - é a zona da A2 que anunciam estar em obras. Consta que tem uma feira - a Feira de Coina, onde se pode comprar toda a sorte de coisa. Yep.


Agora, o interessante é que foi uma mulher ao lado a fazer a piada mais fácil. Auch... Picante? Estranho? Picante-estranho. Esperem.


Há a do outro dia. Esse em que alguém levava um medicamento específico, bastante específico. 'Para que é que ela quer isto? Vai levar no c...?', ouvi dizer, corando. Auch!!!


Ontem mesmo um amigo me perguntava acerca de um aspecto curioso na anatomia genital feminina. Grave, eu não soube responder com certeza. Vínhamos da praia, com os melhores corpos a rebrilharem ao sol, corpos saudáveis, pletóricos. Formas femininas ao natural, de pernas perfeitas, e as nádegas de que depende, como já disse antes, hoje toda a nacionalidade. Nunca um esclarecimento esteve tão próximo and yet tão distante. A maldição de Tântalo.


A praia... Mulheres que andam, mulheres que páram, mulheres que se baixam, mulheres de quadris ao sol. Mulheres de costas. Mulheres que não sabem, mulheres que sabem, mulheres que não querem saber.



E nas lojas. Gente bonita que me atende, gente bonita que eu atendo. Embatuco, envergonho-me de mim. Nesta altura isso é-lhes divertido. Não falo com mulheres tão atraente noutro contexto, só as contemplo. Nunca fazem parte do meu círculo, e nunca conheci ninguém de que fizessem.



Afinal, porra, como é exactamente esse pormenor da anatomia feminina? Maldita esta ignorância sem inocência.

Calor, tanto calor. De repente, percebo que toda esta ânsia tem que ser falsa, não pode ser real, é insuportável, tsunâmica, se for real. De repente percebo que devo estar preso num livro, num livro de Milo Manara, com mulheres irreais, de fantasia, em torno a mim, com a líbido a ser assumida por elas, o prazer a ser cultivado por elas, sem mais ilusões de sedução. Com todos os pormenores anatómicos correctos, óbvios. Com a beleza ainda intacta, além do sexo, além da personalidade. São elas que assumem a pequena loucura em todos nós.

Estou preso num albúm do Milo Manara. E não quero sair daqui. Juro que não quero.

Mulheres, Momentos

Contas feitas, divido a minha relação - contemplativa - com as mulheres em dois momentos muito distintos, muito claros também.

Há os momentos em que me encantam com o seu espectáculo, e então eu contemplo como um menino numa loja de doces. Nem lhes interessa se eu contemplo, são estupendos seres e sabem-no bem. Querem o sumo desta vida.

E há os momentos em que me consideram um homem inferior - notoriamente inofensivo, que nada mais é capaz senão de contemplar. E, claro está, uma mulher precisa, em vários momentos e de forma diferente, de um homem (mesmo um homem bom na vida em sociedade) que possa ser mau. Ciao, Darwin!.

Analisemos, pois, meus amigos, esses diferentes momentos em que me divido no jogo de magnetismo com elas. Baptizei os primeiros momentos como "Momentos-Manara", os segundos como "Momentos-Carolina". A continuación.

domingo, 25 de julho de 2010

My Favourite Game III

No último ano tenho vindo a estudar todos os mecanismos para conseguir estar sozinho, para me desenrascar totalmente sozinho. Como um apátrida, ou um estrangeiro.

Mas eu sei - mesmo se a companhia derradeira for apenas o meu cão - que "isolation... is not good for me".

Fuuu... Arranjar coragem - e sair, conhecer gente. O cão espera por mim.

My Favourite Game II

Insisto que tenho que parar com o queixume, que sou demasiado queixume. Mesmo se me reconhecerem razões objectivas para o meu trademark bitching about - não me levará a lado nenhum.

Vou relapsar para o queixume quando estiver pior, na minha vida. Mas espero ser sempre melhor que isso.

Reading List 10



Quando disse a alguém que estava a ler o livro por detrás da série "Dexter", fui recebido com estranheza. "Não gosto. Acho que é macabro" - a série, dizia. E foi então que me recordei de já ter pensado assim também, exactamente assim.

Não mais. Com poucas séries me aconteceu este fenómeno, passar do desprezo - ao deslumbre. Assim que comecei a ver um pouco de "Dexter" o estranhar, o pavor de sangue e entranhas, passou a ser interessante, magnificamente desenhado. Brilhante, entranhou-se-me. For good.

Por isso, quando descobri que havia um livro por detrás da série, campainhas de prazer tocaram no meu cérebro. Tinha que o ter, tinha que o ler.

E então, em retrospectiva, tudo fez sentido. Percebi que gosto de Dexter por ter profundidade, por ter frases e reflexões, por ser um retrato brilhante de um 'outcast'. E, como me dizia outro alguém, mesmo hoje, eu sou um 'outcast' também. O amor estava, por isso, à espera de acontecer.

A profundidade da série vem então de a preceder um excelente livro. Certamente que, sendo bestseller, tal como os livros de Stephen King, tem um fluir que não deixa demasiado espaço para rodriguinhos estilísticos (que existem, porém - bons, curtos, originais). Não para amantes de natureza morta, classicamente pintada - esta é arte contemporânea da melhor.

O enredo está tão bem feito - 'great' (o vigilante heterodoxo, o 'Espírito da Morte' secreto que alberga, a origem dessa sede por sangue, a libertação que o interdito confere às relações humanas) que nos prende. Dexter tem imensa personalidade - é único. Vale a pena escutá-lo pensar.

Para mais, meus caros, o primeiro livro termina de forma diferente dos eventos na série. Inebriantemente diferente. Oh, beautiful toxic stuff.. Os próximos volumes já estão, naturalmente a caminho. As we speak.

275 páginas em Inglês
Kilometragem em Inglês: 1782 páginas.

sábado, 24 de julho de 2010

Nádegas A Declarar

E assim que vi aquele rabo perfeito, daquela loira conhecida (já arrebitada no carácter), as nádegas que se irmanavam perfeitamente, nutridas e desenhadas, de mão dada em direcção à porta, sob a cor - táctil - das calças desportivas de algodão, cinzentas - ocorreu-me: é isto. E isto é, meus amigos, não só um rabo perfeito, não só a imagem do meu dia, mas também o último reduto da nacionalidade. Yap.

O que define uma nação, hoje em dia? Hoje em dia de globalização, em dia do poliglota de necessaire, em dia do dinheiro e o corpo como os únicos sagrados e mínimos denominadores comuns? O que nos define de uma nação, mais que o destino dos impostos, e a proveniência dos subsídios, das reformas (do dinheiro)? Mais do que a equipa de futebol a jogar à bola (apenas uma metáfora). O que resta depois disso?

Talvez um fantástico par de nádegas. Aquele que só poderíamos apreciar tão completamente no nosso país, e em mais nenhum local na Terra (o corpo, sim, mas aquele). É o derradeiro apelo telúrico, a panaceia de todas as desilusões e injustiças. É mágico e magnético. Prende-nos a um sítio.

É por isso que me apeteceu relevar a nova campanha da Sloggi, aproveitando o Tour. Well-rounded indeed. E é por isso que arrisco na fonte de inspiração dos autores - o Bicycle Race/Fat Bottomed Girls dos Queen.

E é por isso que também evoco, como já merecia neste blog, Tinto Brass, o mestre italiano. (Curiosamente, duvido que Freddy Mercury gostasse de ser relacionado com "the likes" do Tinto, mas eu até os acho parecidos num pormenor: da mesma forma que me parece os Queen estragarem momentos melódicos divinais com um resto de canção dissonante, creio que Tinto, muito embora tenha produzido sublimes, incomparáveis, momentos de erotismo, transborda a perversão para estragar o resto dos seus filmes. Que pena. Sejam perfeitos da próxima vez).

Ah - e é por isso, finalmente, que recordo (outra vez...) Bárbara Borges e o poema de Drummond de Andrade (para além do título do post, o mesmo da música de Gabriel O Pensador/Fernanda Abreu) para homenagear o país mais honesto nesta deliciosa questão. Aí não há dúvida de como a bunda é tesouro, é produto - é sentido da nação.

Dito isto que se segue, meus amigos, dito tudo isto, não tenho absolutamente mais nádegas a declarar.

I.






II.





III.




IV.





A Bunda, Que Engraçada

A bunda, que engraçada.
Está sempre sorrindo, nunca é trágica.

Não lhe importa o que vai
pela frente do corpo. A bunda basta-se.

Existe algo mais? Talvez os seios.
Ora — murmura a bunda — esses garotos
ainda lhes falta muito que estudar.

A bunda são duas luas gémeas

em rotundo meneio. Anda por si
na cadência mimosa, no milagre
de ser duas em uma, plenamente.

A bunda se diverte
por conta própria. E ama.
Na cama agita-se. Montanhas
avolumam-se, descem. Ondas batendo
numa praia infinita.

Lá vai sorrindo a bunda. Vai feliz
na carícia de ser e balançar.

Esferas harmoniosas sobre o caos.

A bunda é a bunda,

redunda.

Carlos Drummond de Andrade (1902-1987)





V.

Yap. Quod erat demonstrandum. Demonstrand-(bumb)um.

Sexy Mother Fado

Consta que o Prince esteve aqui no Meco, de onde escrevo por estes dias, e que fez um dueto com a fadista Ana Moura.

Parece incrível ninguém se ter lembrado deste sketch do Herman Enciclopédia. Bah - I pity the fools!

sexta-feira, 16 de julho de 2010

My Favourite Game I

Seriamente a pensar se não me devo deixar dele, do meu 'favourite game'. É que me começo a perguntar se fará mais mal que bem.

Será da idade?

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Quem Fala Assim É Gago

Mariano Gago esta semana, a propósito da abertura de um curso de Medicina em Aveiro. No tom certo para defrontar uma ordinarice encapotada que mexeu com a vida de vários jovens portugueses - eu incluído.

“O que é verdade é que, neste momento, faltam médicos em Portugal e isso toda a gente sabe e ninguém compreenderia no país, sobretudo as pessoas que procuram os médicos, que o Estado fizesse aquilo que, infelizmente, fez há 20 anos, que foi proibir a entrada de estudantes nas faculdades de Medicina para reservar a profissão só àqueles que lá estão. Isso é que era completamente inadmissível e devo dizer que não contem comigo para isso”

Depois queixem-se de eu gostar de Espanha. Ao menos deu-me a oportunidade de cursar Medicina, naquele então, ao passo que o meu próprio país me a recusou.

O Triunfo Dos Porcos

Por razões que talvez possa abordar num post mais a jeito, um dos meus livros favoritos é o Animal Farm de George Orwell. Alguns de vocês, eruditos, poder-se-ão lembrar que o título da tradução em Português ficou O Triunfo dos Porcos - por razões que talvez possa abordar num post mais a jeito.

Ora bem, vem isto a propósito do "nick" carinhoso com que o pessoal que lê o Financial Times trata o países mediterrânicos: PIGS. Portugal, Itália, Grécia e Malta. Espera - Malta não existe para além das participações nos Jogos Sem Fronteiras. Eu queria dizer era Espanha.

Pois é. De todos os PIGS assolados pelo pânico da dívida soberana (safa-se melhor a Itália, suspeito que nem queremos bem saber como...), eis aquele que, pelo meio do doom and gloom respondeu à notício-cracia mundial, ganhando, com Justiça, um Mundial de Futebol. Não é exactamente um crescimento do PIB, mas caramba - também ajuda, hombre. Ajuda a que o país seja respeitado, e tido em consideração. Marketing, mis amigos.

(Pequeno aparte: não parece esta vitória uma espécie de "endgame" de Espanha? Um plano urdido para ter uma elite de desporto mundial - é o Alonso, o Nadal, o Gasol, etc, etc? Desde influência política até camadas jovens até inusitada exportação dos talentos... parece tudo um plano perfeito).

Mas espanta-me a reacção de estranheza quando digo que gostei que Espanha ganhasse à Holanda (não me digam que aquela é uma Holanda-Holanda, bastava ver como Van Persie ou Van Bronckhorst pareciam mais estar a cumprir calendário). Como se fosse uma traição a ser português. Give me a break... Eu gostei que Espanha ganhasse porque Espanha jogou mais, primeiro, mas também porque gosto da cultura espanhola.

Como li um dia a Francisco José Viegas, eu não sou um iberista (no sentido que Saramgo lhe deu, de união dos povos), mas eu sou um espanholista. Eu gosto do país. Eu gosto da comida. Eu adoro a língua, adoro ler em Espanhol - até livros científicos. Eu gosto dos melhores sentimentos espanhóis: a franqueza, a espontaneidade (um Casillas sem mais merdas a dar um beijo à Carbonero), a coragem. Gosto, pá. O que é que querem?

Eu tenho saudades de ler o La Vanguardia, apetece-me assinar a Interviú e comprar um livro do Francisco Umbral, ler enfim o Ortega y Gasset como deve ser. Sinto saudades de Barcelona. Eu não sou diferente de ninguém, não venham com tretas - gosto do melhor de Espanha, e dispenso convenientemente o resto, que o há.

Mas isso não cai bem a alguns portugueses. Lembro-me sempre do benfiquista que gritava contra o Quique Flores: 'Eu nem de espanholas gosto, quanto mais de espanhóis!'. Tudo isto é extremamente positivo na eventualidade de Espanha decidir invadir-nos. Como isso, no entanto, só acontece para aí de quinhentos em quinhentos anos, torna-se uma espécie de má-educação visceral que constrange os (poucos) portugueses como eu. Talvez os seus descendentes em 2452 defendam o país, e mostrem 'ter razão'. Não digo que não, chavais, mas até lá, deixem-me disfrutar Espanha no seu melhor, ok?

E, por isso, concluo com a tal canção, que descobri ser de um Manolo Escobar inevitavelmente andaluz. A canção é inócua, não contagia... Podem ouvir. Arranjei maneira de a majestade simples da música ser contraposta por um estilo ridículo dos anos 70. Para vocês.


Pour Toi, Mon Ami

Preguiça, cansaço... Mas eu prefiro ludibriar dizendo airosamente que fui só lavar a cara ao blog e já voltei.

Não - o blog continua mesmo, pequeno Kwame do Senegal. Que eu sei o quanto são populares as minhas chalaças no mercado de Dakar.