Júlio, Zé; Sardinha, Joaquina Dá-me; Migas, Toni; Deslembrada, Ana; do Tintol, Anastácio. "Recognising the Ecomo Syndrome: A New Pathology of Speach".
Research Group Ti Toino's Tasca
João Tremoço Faculty of Health Sciences
University of Life
Research Group Ti Toino's Tasca
João Tremoço Faculty of Health Sciences
University of Life
Caros Srs.:
Vimos perante a Real Sociedade das Ciências do Biobibliofilia (RSCB) apresentar uma descrição da patologia a que baptizámos como "síndrome de Ecomo".
A população que padece desta condição atravessa todos os escalões etários e é indiferente ao género. Apresenta-se nas crianças apenas aquando do desenvolvimento da fala, embora o 'onset' na adolescência seja intenso. O doente com Ecomo tem episódios de irreprimível tentativa de metaforizar uma situação linear num quadro explicativo desproporcionado, pouco claro, desconcertante e indutor de náusea - nos ouvintes. Foram descritos casos, por exemplo, de explicação da necessidade de sinais de trânsito recorrendo à imagem de um travesti num comboio de homofóbicos, ou do benefício da capitalização bolsista com base numa sanita entupida.
Invariavelmente, os ataques nestes doentes começam com a frase "é como", a que se segue a emética comparação. É possível que haja uma causa genética para este síndroma, sendo de considerar, em estudos futuros, o gene BL-ARGH, que se suspeita também envolvido no síndrome de Tourette.
Estudos cruzados duplo-cegos demonstraram que o café de expresso é melhor que o café de saco. O que carece de significado para este problema.
A nossa pesquisa comprovou que as pessoas com síndrome de Ecomo podem prosseguir vidas saudáveis se cumprirem uma terapia do silêncio. O fármaco de venda livre boujardona, na dose de 200 mg/dia, dividida em 2 tomas, foi também indicado por alguns doentes como permitindo alívio dos sintomas.