Como começou - nenhum ao certo saberá. Eu culpo-o a ele, claro. Certo é que o "avacalhar", o riso, a piadas de qualidade duvidosa, degeneraram fatalmente num registo de ameaças pseudo-agressivas. Assim como uma espécie de "capoeira" do confronto físico. Típico dos intervenientes, é só troca de palavras (o resto dá muita chatice).
Ameaças à integridade física trocadas no estudo para exames, na net, por telemóvel. Pseudo, perguntarão vocês? Sim, pseudo - pelo menos, ainda não nos agredímos, porquanto eu seja sportinguista, e ele benfiquista.
E dou comigo a pensar "isto pode ter interesse para as gerações futuras". Se o Pacheco Pereira recolhe material de eleições, eu também deveria preservar isto. Quem sabe se não pode vir a caracterizar este tempo, para um escritor que, no futuro, sobre ele pretenda escrever?
Pois bem. Começemos com o mais clássico:
#1: "Vê lá se queres levar na boca".
#2: "Deves andar muita cansadinho da vida que levas".
#3: "Tás assente nisso, chaval? Vê lá se estás assente nisso."
#4: "Chaval, para que saibas: o Bruce Lee, antes de eu lhe ensinar tudo chamava-se 'Bruce Gostaria de Ler, Se Faz Favor'. Mas quando saiu das lições, já era só 'Bruce Lee'."
#5: "Deves pensar que estás na tua aldeia, puto. Vês alguém a salgar toucinho? Vês alguém a regar a horta? Vês alguém a cortar eucaliptos? Pois não, puto - isto aqui é a Civilização."
#6: "Deves querer sentir o cheiro da gravilha."
#7: "Tens que comer muita sopinha."
#8: "És um avacalhador do caraças, tu."
#9: "Cala-te, pá!"
#10: "Ma'xapada!"
#11: "Vê lá se queres e não te alembras."
Definitivamente, pérolas da nossa vida cultural, inexplicavelmente ignoradas pela maioria do público. Não têm de quê, meus amigos, não têm de quê.
Àqueles outros que sintam, depois de insinuar que tenho tempo livre a mais, agressividade real - pseudifiquem-na.
Ameaças à integridade física trocadas no estudo para exames, na net, por telemóvel. Pseudo, perguntarão vocês? Sim, pseudo - pelo menos, ainda não nos agredímos, porquanto eu seja sportinguista, e ele benfiquista.
E dou comigo a pensar "isto pode ter interesse para as gerações futuras". Se o Pacheco Pereira recolhe material de eleições, eu também deveria preservar isto. Quem sabe se não pode vir a caracterizar este tempo, para um escritor que, no futuro, sobre ele pretenda escrever?
Pois bem. Começemos com o mais clássico:
#1: "Vê lá se queres levar na boca".
#2: "Deves andar muita cansadinho da vida que levas".
#3: "Tás assente nisso, chaval? Vê lá se estás assente nisso."
#4: "Chaval, para que saibas: o Bruce Lee, antes de eu lhe ensinar tudo chamava-se 'Bruce Gostaria de Ler, Se Faz Favor'. Mas quando saiu das lições, já era só 'Bruce Lee'."
#5: "Deves pensar que estás na tua aldeia, puto. Vês alguém a salgar toucinho? Vês alguém a regar a horta? Vês alguém a cortar eucaliptos? Pois não, puto - isto aqui é a Civilização."
#6: "Deves querer sentir o cheiro da gravilha."
#7: "Tens que comer muita sopinha."
#8: "És um avacalhador do caraças, tu."
#9: "Cala-te, pá!"
#10: "Ma'xapada!"
#11: "Vê lá se queres e não te alembras."
Definitivamente, pérolas da nossa vida cultural, inexplicavelmente ignoradas pela maioria do público. Não têm de quê, meus amigos, não têm de quê.
Àqueles outros que sintam, depois de insinuar que tenho tempo livre a mais, agressividade real - pseudifiquem-na.