E eis como as gárgulas faziam parte de um todo. Ao longe, à distância, via-se apenas a beleza, o esplendor da catedral. Mas elas estavam lá, pequenas, mirradas - feias, invisíveis a manter o todo. Ah... gárgulas - corcovadas, fugindo da luz, debicando os céus, se puderem - se as deixarem, numa distracção.
