sexta-feira, 10 de julho de 2009
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Garantidamente Possível
Os meus argumentos: 'é garantido que pode resultar', e 'é 100% possível'.
Há dias em que eu podia ser um testemunha de Jeová.
Há dias em que eu podia ser um testemunha de Jeová.
Pretty... Difficult
Esta senhora vem contestar a teoria vigente acerca da selecção sexual, que creio usada um pouco como 'muleta' do darwinismo mais puro. Em termos simples, a seleccção sexual entre espécies ajuda a explicar parte do que escapa ao âmbito da selecção natural.
Não serei facilmente convencido... Mas vale a pena ouvir (face ao curto excerto, mais tarde esperar ler) os seus argumentos.
Não serei facilmente convencido... Mas vale a pena ouvir (face ao curto excerto, mais tarde esperar ler) os seus argumentos.
Laptop Freudiano
Na verdade, eu queria escrever que ia fazer o 'horário da manhã', mas saiu 'horário da manha', no MSN.
Fugiu-me o teclado para a verdade.
Fugiu-me o teclado para a verdade.
Gene(io)
Curiosamente, dos três grandes reforços do Real Madrid, teve menor assistência aquele que mais me impressiona: Benzema mereceu 15 mil adeptos - somente.
Mas há ali algum... gene Zidane, definitivamente. Não - este Madrid 'Floren-team' é muito mais consistente que o anterior. Se galáctico, só o tempo o dirá.
P.S.: A ver se se recordam da 'lição Makelele'.
Mas há ali algum... gene Zidane, definitivamente. Não - este Madrid 'Floren-team' é muito mais consistente que o anterior. Se galáctico, só o tempo o dirá.
P.S.: A ver se se recordam da 'lição Makelele'.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
O Medievalismo Português
Estou ainda, por estes dias, a terminar o meu curso. É certo que já o poderia ter feito antes, mas também é certo que estou 'on schedule' face ao previsto quando começei: 6 anos.
Agora, reparo como para várias pessoas o facto de não ter acabado o curso é um atestado de uma certa... impotência intelectual. '- Então isso já está acabado ou não?' '- Já devias era ter acabado isso'. Como se o patamar intelectual fosse esse, o de acabar um curso superior.
É certo que isso (os comentários, primeiro que o facto de não ter terminado) me chateia profundamente, mas a questão mais interessante, subjacente, está num certo... Medievalismo Português que tal postura comprova. Repare-se nesta pérola: a ninguém, ou practicamente ninguém, interessa que eu consiga ler, e expressar-me melhor ou pior em Inglês, Francês, Espanhol, Italiano, e residualmente em Alemão. Acreditem - a ninguém. Se - se! - não tiver o curso superior concluído... (a não ser que eu viva mergulhado numa conspiração de desatenção e pequena inveja - e em tanto não creio, por mais que gostasse de ser um Mozart ignorado).
Até lá, até esse Evereste intelectual estar conquistado, eu, por mais cultura que tenha agremiado, por mais temas que saiba tratar, por mais curiosidade intelectual que tenha, sou pouco mais que um adolescente de Chelas que abandonou o secundário. E, como tal, nenhum respeito mereço.
Não é que eu precise desse respeito... dispenso-o totalmente. Se bem ache ridícula alguma pretensa superioridade nessa 'Inquisição do Canudo' a pessoas que nunca se esforçaram nesse sentido, ou que não têm a mínima realização intelectual para as legitimar.
Mas o respeito, claro, é a segunda moeda cá do burgo, e se o outro indivíduo ao lado for 'Dr.', mesmo se ignorante, ou (mais comum ) avaro/pedante intelectual, eu é que sou o 'underdog', por melhor que possa ser em relação a ele.
Hei - isto aqui é Portugal. Aqui vive-se de estratos, de concepções e de expectativas. Talvez se eu procurar bem, por entre o trabalho de um José Mattoso, por exemplo, ache uma explicação.
E tento ainda vasculhar a memória: serei de alguma forma beneficiado por esse paradigma medieval que tão vilmente aqui critico? Mas não estou a ver. Não, julgo mesmo que não.
Que querem? Eu continuo a dizer o mesmo, embora saiba como ninguém gosta de ouvir isto: eu não sou um 'underachiever', um estouvado, ou burróide, por não ter o curso acabado. Da mesma forma que não serei um génio por o ter feito. O critério de julgamento está completamente errado. Não é assim que se formam pessoas com ambição pela excelência, ou criativas o suficiente para conseguirem fazer algo de verdadeiramente novo.
Genial mesmo era este país acordar para a vida. Quem sabe - podemos sempre esperar alguma espécie de Renascença, depois deste Medievalismo.
Agora, reparo como para várias pessoas o facto de não ter acabado o curso é um atestado de uma certa... impotência intelectual. '- Então isso já está acabado ou não?' '- Já devias era ter acabado isso'. Como se o patamar intelectual fosse esse, o de acabar um curso superior.
É certo que isso (os comentários, primeiro que o facto de não ter terminado) me chateia profundamente, mas a questão mais interessante, subjacente, está num certo... Medievalismo Português que tal postura comprova. Repare-se nesta pérola: a ninguém, ou practicamente ninguém, interessa que eu consiga ler, e expressar-me melhor ou pior em Inglês, Francês, Espanhol, Italiano, e residualmente em Alemão. Acreditem - a ninguém. Se - se! - não tiver o curso superior concluído... (a não ser que eu viva mergulhado numa conspiração de desatenção e pequena inveja - e em tanto não creio, por mais que gostasse de ser um Mozart ignorado).
Até lá, até esse Evereste intelectual estar conquistado, eu, por mais cultura que tenha agremiado, por mais temas que saiba tratar, por mais curiosidade intelectual que tenha, sou pouco mais que um adolescente de Chelas que abandonou o secundário. E, como tal, nenhum respeito mereço.
Não é que eu precise desse respeito... dispenso-o totalmente. Se bem ache ridícula alguma pretensa superioridade nessa 'Inquisição do Canudo' a pessoas que nunca se esforçaram nesse sentido, ou que não têm a mínima realização intelectual para as legitimar.
Mas o respeito, claro, é a segunda moeda cá do burgo, e se o outro indivíduo ao lado for 'Dr.', mesmo se ignorante, ou (mais comum ) avaro/pedante intelectual, eu é que sou o 'underdog', por melhor que possa ser em relação a ele.
Hei - isto aqui é Portugal. Aqui vive-se de estratos, de concepções e de expectativas. Talvez se eu procurar bem, por entre o trabalho de um José Mattoso, por exemplo, ache uma explicação.
E tento ainda vasculhar a memória: serei de alguma forma beneficiado por esse paradigma medieval que tão vilmente aqui critico? Mas não estou a ver. Não, julgo mesmo que não.
Que querem? Eu continuo a dizer o mesmo, embora saiba como ninguém gosta de ouvir isto: eu não sou um 'underachiever', um estouvado, ou burróide, por não ter o curso acabado. Da mesma forma que não serei um génio por o ter feito. O critério de julgamento está completamente errado. Não é assim que se formam pessoas com ambição pela excelência, ou criativas o suficiente para conseguirem fazer algo de verdadeiramente novo.
Genial mesmo era este país acordar para a vida. Quem sabe - podemos sempre esperar alguma espécie de Renascença, depois deste Medievalismo.
terça-feira, 7 de julho de 2009
Chá de Limão
Às vezes dou comigo pensar se podia ser algo que não um mero farmacêutico.
É nessas alturas que gosto de beber um cházinho de limão e saber como vão 'as políticas'. A ver se 'os gajos' se decidem 'a andar com isto prá frente'.
Go With The Flow

Uma necessária dedicatória (wooooaahhhh... calma aí! já explico a imagem) à saia das tenistas ao longo dos tempos. Aqui.
A imagem, pois. Trata-se de um dos mais famosos posters de sempre, e nessa qualidade foi incluído neste blog. Dúvidas (não - José Vilhena és tu)? Aos incréus, ler na BBC. Obrigado.
Se eu a incluiria se não fosse uma foto famosa...? Ah, acho que não vou resp... Espera. Sim.
Nebulosa
A Crise - Estatística Isenta de Economês
Eis a crise, no mundo real. Além das notícias 'sistémicas', em economês, vagas, anónimas, abutres sem que se saibam as vítimas.
Eis a estatística do todo em que a crise se apresenta: aumento da mortalidade por ataque cardíaco, suicídio, homicídio, abuso de álccol (intriga-me a categoria 'falls'). No FT - ou, para vocês, aqui.
Nem tudo é mau porém: note-se a menor mortalidade por acidentes de carro. A adrenalina, em depressão, simplesmente não é a mesma. Sabendo do registo abominável que nós, portugueses, temos a conduzir, eis um dado que acrescenta um infenitésimo ao nosso outro registo, como como acabei de comprovar: o de conseguir encontrar vantagens em practicamente qualquer situação.
Apimentar
Aplausos para a 'boa onda' e desassambro de Benedita Pereira. A desfazer uma certa impressão de 'stiff upper lip', e a demostrar - com graça (em mais do que um sentido) - como se pode ser... saudavelmente normal, mas não 'vulgar', no sentido anglo-saxónico.
Onde? Aqui.
P.S.: A ter em alguma conta o '5 Para a Meia-Noite'. Rotatividade e juventude são... um bom princípio.
Onde? Aqui.
P.S.: A ter em alguma conta o '5 Para a Meia-Noite'. Rotatividade e juventude são... um bom princípio.
Férias-Ångström
E descrevia a alguém a minha escapadela da urbe, sábado à noite, para voltar na segunda de manhã, como 'férias'.
'- Mini-férias', dizia eu. '- Espera: micro-férias. Nano-férias...'
Riamo-nos ('nerd humor...'). Continuei: '- Pico-férias! Como é que era aquela medida dos átomos? Ångström! Férias-ångström.'
Resposta do outro lado: '- Eh pah, também não exageres. Isso é uma pausa para café.'
'- Mini-férias', dizia eu. '- Espera: micro-férias. Nano-férias...'
Riamo-nos ('nerd humor...'). Continuei: '- Pico-férias! Como é que era aquela medida dos átomos? Ångström! Férias-ångström.'
Resposta do outro lado: '- Eh pah, também não exageres. Isso é uma pausa para café.'
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Tinha Que Ser
Vai daí peguei na bicicleta e fui para o trabalho. Pais delirantes porque não tenho luz na bicicleta, para voltar às 22h da noite, mas a mente estava carregada demais. Tinha que ser.
E foi. Sentido o afago turbulento de camiões e autocarros a passarem por mim. E basta um tubo cortado no passeio, um desvio, uma vertigem imperceptível.
Mas tinha que ser. E quando tem que ser, é - foi.
Cheguei ao emprego, deixei a bicicleta junto à porta, com cadeado. O dia até corre bem (costuma correr se pudermos fazer algum desporto, útil ainda por cima). Ao sair, porém, não encontrava a chave do cadeado. Por uma razão simples, afinal, - não a tinha.
Vai daí, deixo a bicicleta no trabalho. Salvo pela simpatia e voluntarismo de um colega que vive na mesma zona e me deixou à porta de casa. Uff.
E seria difícil voltar às 22h para casa, de noite, sem luz da frente, nem conhecendo bem o caminho - e quem ande de bicicleta por caminhos de carros sabe que tem que se conhecer cada centímetro...
É assim. Saindo de casa em rebeldia, constrangedor no meio do trânsito, suado da cabeça aos pés ao chegar ao trabalho, urso por sair finalmente... para lado nenhum, com a bicicleta bloqueada, maçador e em dívida para um colega, que teve a simpatia de me levar àquela hora.
Mas que querem vocês? Tinha que ser.
E foi. Sentido o afago turbulento de camiões e autocarros a passarem por mim. E basta um tubo cortado no passeio, um desvio, uma vertigem imperceptível.
Mas tinha que ser. E quando tem que ser, é - foi.
Cheguei ao emprego, deixei a bicicleta junto à porta, com cadeado. O dia até corre bem (costuma correr se pudermos fazer algum desporto, útil ainda por cima). Ao sair, porém, não encontrava a chave do cadeado. Por uma razão simples, afinal, - não a tinha.
Vai daí, deixo a bicicleta no trabalho. Salvo pela simpatia e voluntarismo de um colega que vive na mesma zona e me deixou à porta de casa. Uff.
E seria difícil voltar às 22h para casa, de noite, sem luz da frente, nem conhecendo bem o caminho - e quem ande de bicicleta por caminhos de carros sabe que tem que se conhecer cada centímetro...
É assim. Saindo de casa em rebeldia, constrangedor no meio do trânsito, suado da cabeça aos pés ao chegar ao trabalho, urso por sair finalmente... para lado nenhum, com a bicicleta bloqueada, maçador e em dívida para um colega, que teve a simpatia de me levar àquela hora.
Mas que querem vocês? Tinha que ser.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
A Idade do Chang
Vai daí, tenho que, na minha linha de profissão - vender. Ah? Pois é. Crua realidade dos factos. E eis, de súbito, uma certa individualidade e perfil irremediavelmente comprometidos. Uma pequena fidalguia pelo cano abaixo. A partir de agora sou apenas mais um chinês, numa loja chinesa, entre milhares de lojas chinesas e de chineses.
Sou um Chang, afinal. Chamem-me Chang-tlinta-eulos-bligado.
Raios. Não havia um Bruce Lee disponível?
Sou um Chang, afinal. Chamem-me Chang-tlinta-eulos-bligado.
Raios. Não havia um Bruce Lee disponível?
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Um Jogador a 360º
A propósito de Ronaldo, houve uma impressão que me ficou da final da Champions, e que eu queria patentear. E olha - pode ser já aqui.
Reparem neste facto quanto a Ronaldo: não há uma única vez em que ele não reaja ao seu lance. Tem uma expressão para um chute próximo da baliza, um sprint não conseguido - tem uma... cénica de dor, e de alegria. Como se estivesse num palco. Todos os jogadores reagem, é certo, mas em Ronaldo, o ênfase - e mesmo uma certa falta de naturalidade - fazem com que pareça estar ele a saber-se visto. Como se ele quisesse 'ser' para o telespectador.
Ronaldo é de uma geração inundada pela televisão, e narcísica quanto ao seu reflexo nela. Também chama à atenção pela sua teatralidade, no 'show' televisivo que é o futebol, e conquista com essa teatralidade outros públicos (juvenil, feminino, ainda considerando o jogo como seguido eminentemente por homens). Tem uma cara que sabe o espectador dizer 'eh, eh, ficou mesmo chateado por não conseguir apanhar aquela bola', ou 'este gajo vive mesmo o jogo - repara como ele ficou com as mãos na cara por a bola ir ligeiramente ao lado'.
Há todo um artificialismo, que é excelente para o marketing, e para aquilo que é o futebol nestes tempos. E que, em última análise, construiu também grande parte do seu valor. Que, continuo a dizer, mesmo admitindo que mereceu o que ganhou, não tem por detrás um talento futebolístico excecional - mais bem qualidades atléticas ímpares, e muito - muito - trabalho e preserverança.
Eis o meu problema, porém, e ainda - é que eu gosto de futebol por não ter que ver com trabalho. Por ser injusto e filosófico nesse aspecto. Basta reparar como, simplesmente, não teve nunca a mesma implantação nos E.U.A.. O jogo é profundamente anti-americano no sentido em que quem trabalhar mais, e se esforçar mais, muitas vezes não ganha. Carece de lineridade.
Ronaldo veio confundir essa linearidade, mas tem agora a sua prova de fogo no Madrid. Um conselho porém: é melhor deixar de querer ser um 'jogador a 360º', na melhor escola narcísica de David Beckham, e preocupar-se somente em jogar e ter prazer em jogar. Talvez Kaká o ajude a encontrrar esse sentido.
Reparem neste facto quanto a Ronaldo: não há uma única vez em que ele não reaja ao seu lance. Tem uma expressão para um chute próximo da baliza, um sprint não conseguido - tem uma... cénica de dor, e de alegria. Como se estivesse num palco. Todos os jogadores reagem, é certo, mas em Ronaldo, o ênfase - e mesmo uma certa falta de naturalidade - fazem com que pareça estar ele a saber-se visto. Como se ele quisesse 'ser' para o telespectador.
Ronaldo é de uma geração inundada pela televisão, e narcísica quanto ao seu reflexo nela. Também chama à atenção pela sua teatralidade, no 'show' televisivo que é o futebol, e conquista com essa teatralidade outros públicos (juvenil, feminino, ainda considerando o jogo como seguido eminentemente por homens). Tem uma cara que sabe o espectador dizer 'eh, eh, ficou mesmo chateado por não conseguir apanhar aquela bola', ou 'este gajo vive mesmo o jogo - repara como ele ficou com as mãos na cara por a bola ir ligeiramente ao lado'.
Há todo um artificialismo, que é excelente para o marketing, e para aquilo que é o futebol nestes tempos. E que, em última análise, construiu também grande parte do seu valor. Que, continuo a dizer, mesmo admitindo que mereceu o que ganhou, não tem por detrás um talento futebolístico excecional - mais bem qualidades atléticas ímpares, e muito - muito - trabalho e preserverança.
Eis o meu problema, porém, e ainda - é que eu gosto de futebol por não ter que ver com trabalho. Por ser injusto e filosófico nesse aspecto. Basta reparar como, simplesmente, não teve nunca a mesma implantação nos E.U.A.. O jogo é profundamente anti-americano no sentido em que quem trabalhar mais, e se esforçar mais, muitas vezes não ganha. Carece de lineridade.
Ronaldo veio confundir essa linearidade, mas tem agora a sua prova de fogo no Madrid. Um conselho porém: é melhor deixar de querer ser um 'jogador a 360º', na melhor escola narcísica de David Beckham, e preocupar-se somente em jogar e ter prazer em jogar. Talvez Kaká o ajude a encontrrar esse sentido.
Poker
Por mais que eu continue a ser fiel ao Barça, reconheço que é entusiasmante o poker que o Real Madrid anda a jogar: em tempo de crise económica, a antecipar-se aos demais, a criar uma super-equipa, desta vez... mais concadenada que a anterior 'galáctica'. Afinal, um Ronaldo num extremo, um Kaká no meio, um Benzema no ataque... Mais inteligente, sem dúvida.
Parece que Florentino já não compra só pelo nome primeiro - situação que lhe valeu uma marocefalia atacante (Beckam, Zidane, Ronaldo, Owen, Baptista, Robinho). Mas... se voltar a desmerecer um Makelele, e a pensar que 'Pavones' bastam para esse trabalho de segunda água que é a defesa, então é melhor ir-se abastecendo de anti-ácidos.
Parece que Florentino já não compra só pelo nome primeiro - situação que lhe valeu uma marocefalia atacante (Beckam, Zidane, Ronaldo, Owen, Baptista, Robinho). Mas... se voltar a desmerecer um Makelele, e a pensar que 'Pavones' bastam para esse trabalho de segunda água que é a defesa, então é melhor ir-se abastecendo de anti-ácidos.
No Stress, Manel Jaquim. No Stress.
Ok. Muita coisa ao mesmo tempo - mas vai dar. Como costumava dizer o Ti Júlio do Arneiro: 'No Stress'.
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