Acabo de perceber que estou a desenvolver o perfil de vida típico dos piores criminosos.
Já estou a ver o depoimento dos vizinhos (tenho dois horríveis, by the way...) para o Correio da Manhã: "Ele era um bocado estranho. Muito metido com ele, casa-trabalho, trabalho-casa, não saía muito. A única companhia que tinha era o cão e os pais que o visitavam de vez em quando. Às vezes ouvíamos uns barulhos estranhos, não se percebia bem o que aquilo era... Dizem que ia ler lá não pra onde. Ninguém o conhecia bem, ele não falava com ninguém."