Tive uma chamada hoje de uma senhora, em Inglês, da parte de uma importante publicação estrangeira, que outrora assinei. Vinha fazer-me uma proposta de assinatura - extremamente tentadora, na verdade, que eu aceitaria desde logo se a política de casa não fosse resistir ao que se não pode ler - por melhor que seja.
A senhora perguntou-me duas vezes se eu queria a oferta ou não, eu desviei-me na calçada bem à portuguesa, e ela exalou pelo telefone um 'short-temper' que eu não tinha ainda recebido no telemarketing tuga (que geralmente aposta em respostas educadas, que me fazem sentir um cafageste por não aproveitar aquela promoção especial).
Amigos editores de periódicos deste mundo: se eu pudesse, assinava quase tudo, e lia quase quase tudo Acreditem - e não há muitos portugueses como eu. A maior parte perde-se em futilidades como Dinheiro, Poder, Sexo, e Maquinação em que o yours truly não se sente tão à vontade como quando no seu sofá a ler.
Portanto, que me desculpem, mas vão mesmo ter que desculpar. Se eu não posso, é porque angustiadamente não posso.
Mas não é a minha contenção (livros e jornais são a minha perdição - espero que mude), que sustenta este post. Antes o facto de nunca na minha vida eu ter recebido um telefonema directo de tal publicação. E se eles ligam à ralé da minor league, para vender - raios, isto está mesmo muito mal.
A senhora perguntou-me duas vezes se eu queria a oferta ou não, eu desviei-me na calçada bem à portuguesa, e ela exalou pelo telefone um 'short-temper' que eu não tinha ainda recebido no telemarketing tuga (que geralmente aposta em respostas educadas, que me fazem sentir um cafageste por não aproveitar aquela promoção especial).
Amigos editores de periódicos deste mundo: se eu pudesse, assinava quase tudo, e lia quase quase tudo Acreditem - e não há muitos portugueses como eu. A maior parte perde-se em futilidades como Dinheiro, Poder, Sexo, e Maquinação em que o yours truly não se sente tão à vontade como quando no seu sofá a ler.
Portanto, que me desculpem, mas vão mesmo ter que desculpar. Se eu não posso, é porque angustiadamente não posso.
Mas não é a minha contenção (livros e jornais são a minha perdição - espero que mude), que sustenta este post. Antes o facto de nunca na minha vida eu ter recebido um telefonema directo de tal publicação. E se eles ligam à ralé da minor league, para vender - raios, isto está mesmo muito mal.