Meses? Meses, seguramente. E por isso fui também trabalhando, e por isso fui trabalhando onde fui - isolado. Como diria a Hillary Clinton: "it takes a village".
Mas está feita. E digo todos os saborosos palavrões antes de dizer "está feita". E digo-os a seguir também. Como não? Está feita, afinal.
É - acabei e entreguei o meu relatório final para o curso. Chamo-lhe, a despeito de rigores académicos - fiel aos meus - "tese".
Menos do que ser isso um esperado "princípio do fim", o júbilo vem do facto - desde já incontornável - de ser um trabalho que está muito, muito próximo do que eu idealizara.
Mas está feita. E digo todos os saborosos palavrões antes de dizer "está feita". E digo-os a seguir também. Como não? Está feita, afinal.
É - acabei e entreguei o meu relatório final para o curso. Chamo-lhe, a despeito de rigores académicos - fiel aos meus - "tese".
Menos do que ser isso um esperado "princípio do fim", o júbilo vem do facto - desde já incontornável - de ser um trabalho que está muito, muito próximo do que eu idealizara.
Yap. E depois destes tempos duros - mais sozinho ainda do que planeara, isolado e ignorado, numa terra diferente, com pessoas que jamais conhecera, desbravando a custo na profissão, até sobrevivendo ao bizarro... consegui.
E depois destes tempos duros - veio o sol, enfim. Eu vi o sol, pela janela, na manhã fria. Eu vi esse sol - todo ele sentido.
E ao júbilo interior segue o extravasamento - a alegria juvenil explode. A vontade de fazer outras coisas - "as" outras coisas. De as conseguir também - tão bem.
Mas faço as contas de cabeça: quantos se lembrarão ainda dos próprios sonhos juvenis? Quem virá comigo?