As agências, a dívida, o Sócrates, o Passos Coelho, o gajo do emprego, a gaja do emprego. A gasolina. O pão. O açúcar. O IVA. O cartão do Continente, a música do Pingo Doce. A mediocridade dos comentadores nacionais. O silêncio ensurdecedor desde onde se esperava criatividade, inteligência.
É o fim, meus amigos. Sabe a fim.
Mas não desesperemos - é o fim de um ciclo, outro se seguirá. E não me refiro a partidos, ou eleições. Refiro-me a uma inevitabilidade da natureza, e um sentido de História que nos deixa desconfiar que Portugal vai - a bem ou a mal - encontrar as suas saídas desta situação. Tem o know how, os genes para tal.
A grande dúvida não é essa. A grande dúvida é sempre quem é que chegará a esse próximo ciclo, e em que condições.
Caros passageiros - vamos atravessar uma zona histórica de turbulência. Por favor, permaneçam em silêncio (a menos que sejam heróis - sem ironia), e com o coração apertado.
É o fim, meus amigos. Sabe a fim.
Mas não desesperemos - é o fim de um ciclo, outro se seguirá. E não me refiro a partidos, ou eleições. Refiro-me a uma inevitabilidade da natureza, e um sentido de História que nos deixa desconfiar que Portugal vai - a bem ou a mal - encontrar as suas saídas desta situação. Tem o know how, os genes para tal.
A grande dúvida não é essa. A grande dúvida é sempre quem é que chegará a esse próximo ciclo, e em que condições.
Caros passageiros - vamos atravessar uma zona histórica de turbulência. Por favor, permaneçam em silêncio (a menos que sejam heróis - sem ironia), e com o coração apertado.